Por que quanto mais tinha certeza de uma coisa, mais duvidas apareceram.
Por que quando eu mais estava determinada a fazer algo, não fiz
são tantos porques que da vontade sumir, seria fraqueza, ou sentimento meu.
De fugir. E do nada eu queria chorar, e uma vontade rir, de tal situação sem sentido, mais tão... dolorosa.
Mostrar minha dor nao adiantaria, pq ninguem iria entender. apenas eu. Eu seria a melhor pessoa pra me entender, mais por incrivel que pareça. As vezes... era dificil.
Eu nao queria que minha vida, meu mundinho fosse apenas de alegria, mas pra que tantos problemas, tantas decepçoes, e tantas tristezas... tantas duvidas.
Por que tudo isso?
Por que ter que escolher a coisa mais dificil de se fazer, e sofrer tanto por isso, não, nao era insegurança, eu sei o que queria, mais na hora eu sempre travava, e eu nunca soube pq acontecia.
Eu nao sabia se ele me amava, mas no momento não sofreria sem te-lo. não teria diferença na minha vida com ou sem ele, e eu sempre deixei isso bem claro pra mim mesma. Meu erro talvez tenha sido não ter lhe dito que eu costumo ser feliz por mim. Ao contrario dele, que sempre demonstrou que eu era a razão pela vida dele. Mas eu nunca me importei muito com isso. Não era de me surpreender com as pessoas. Nunca fui ciumenta, e nem possessiva. Realmente o que ele fazia nao me importava, ao contrario dele, que sempre estava prestando atençao em mim. Talvez fosse egoista de minha parte pensar que ele talvez não seria o melhor pra mim, sem pensar que talvez eu naum era o melhor pra ele. Ele sempre fez muita coisa por mim, e num certo momento, confesso, eu estava totalmente encantada e iludida, apaixonada por ele, mas de um jeito ou de outro passou, e depois eu nao me importava, novamente... E eu escolhia deixa-lo todos os dias, mais eu sempre travava de novo e de novo, e por incrivel que pareça, isso nos aproximou.
Por que sempre quando eu me decidia, ele vinha com uma novidade que desviava o assunto, e eu só adiava. Eu realmente não queria sentir aquilo, ve-lo daquele jeito e eu sofria demais. E quando me vi jogada na parede por uma escolha, e duas opções. E dessas, opçoes eu teria que escolher uma e quando me decidia numa, mais persistia noutra.
E teve o momento em que eu tive certeza que não o amava, que definitivamente não amava, mais porque não conseguia deixa-lo ir ? Porque eu nao queria ve-lo e ao mesmo tempo era o que me deixava alegre.
Realmente, eu sempre axei que por uma razão ou outra eu tinha que proteje-lo, e ajuda-lo, eu tinha essa esperança no meu coraçao. Mas nesse ponto que se refere a ele, quem não se importava era ele. O que me entristecia, era saber que ele naum se importava com o que eu mais me importava "ele mesmo"
Coisa que da minha parte, eu sempre pensei em mim.
E por fim, eu naquela noite, cheguei a conclusao de que eu nunca iria muda-lo, que eu nunca iria conseguiur que ele fizesse o eu queria. A unica pessoa que o faria mudar seria ele mesmo, se ele quizesse.
Eu nunca soube qual a palavra certa pra descrever meu sentimento por ele,
Talvez eu fosse fria e orgulhosa mesmo, a ponto de não me deixar ama-lo. As vezes, isso é bom.
E passava um tempo, e la estava eu... Dividida, novamente...
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